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Santo Ambrósio [07 de dezembro]

Hoje a Igreja Celebra a Festa de Santo Ambrósio Dr da Igreja
(Aclamado Bispo mesmo antes de ser Cristão)


Pequeno relato: Em 374, Auxêncio, bispo ariano de Milão, falecendo, levou os demais bispos da província a reunir-se com o povo da cidade para a eleição dum novo prelado. A massa achava-se dividida: os católicos e os arianos queriam, cada qual, um bispo que pertencesse à crença deles. A sedição fermentava e a cidade via-se ameaçada.
Ambrósio era então governador da província na qualidade de consular de Ligúria e de Emília. Probo, prefeito do pretório, testemunha da eloqüência do Santo, e da capacidade, elevara-o à condição de conselheiro e, depois, à de governador.
Propondo-se apaziguar os ânimos, uma vez que a sedição estava a chegar ao auge, misturou-se ao povo, e pôs-se a parlamentar, segundo as máximas políticas, longamente, em favor da paz e da tranquilidade públicas. E tão bem o fez, que a massa elevando a voz, numa aclamação ruidosa, passou a exigir que fosse ele o bispo.
Diz-se que foi um menino que começou a gritar: "Ambrósio para bispo! Ambrósio para bispo!" Assim, contaminando o povo todo, passaram todos a aclamar o Santo.
O que é certo é que os espíritos todos, como por milagre, uniram-se, e todos, católicos e arianos, concordaram em tê-lo como pastor, embora fosse ainda catecúmeno.
Ambrósio, extremamente surpreso, deixou a igreja, onde então se dava a reunião, procurando fugir, mas em vão. Seguiram-no e não cessavam de aclamá-lo, de solicitá-lo.
— Sou um pecador! gritou-lhes Ambrósio. Estou carregado de pecados! O povaréu respondeu:
— Não importa! Invocamos para nós todos, todos os teus pecados!
Ambrósio correu para fora da cidade, procurando fugir para Pavia. Escondeu-se. E, à noite, rumou para a porta de Milão, que se chamava Porta Romana. Lá, porém, como se o pressentisse, estava o povo atento.
Afinal, conseguiu esconder-se nas terras dum homem chamado Leôncio, e lá se deixou ficar.
Entrementes, enviava-se uma relação do que se passava ao imperador Valentiniano. Rogava-se-lhe consentisse na ordenação do governador, consentimento esse necessário por causa do cargo que Ambrósio então exercia, Valentiniano despachou favoravelmente, dizendo que quem assim reunia os espíritos tão acirradamente divididos não podia ser mais do que um enviado de Deus.
Chegada a resposta do imperador, a alegria, que já era grande, aumentou. É Ambrósio? Onde estaria?
O lugar-tenente do prefeito do pretório foi incumbido de descobri-lo sem tardança. Fez, então, afixar uma esperta ordem, que determinava que todas as pessoas, sem distinção, eram obrigadas a procuiar o fugido, sob penas severas. Ora, Leôncio mesmo, em cujas terras Ambrósio se refugiara, foi quem lhe desvendou o paradeiro.
Assim, levado para Milão, cumpriu o Santo, o que lhe parecia fosse da vontade de Deus.
Como ainda era catecúmeno, pediu para ser batizado por um bispo católico, imensamente temeroso de cair nas mãos dos arianos. Batizado, envidou todos os esforços para retardar a ordenação, uma vez que não desejava violar a regra que interdiz a ordenação de neófitos. Como, porém, a razão que São Paulo dá desta regra é com medo de que o neófito se encha de orgulho, a humildade de Ambrósio e a necessidade premente da Igreja levaram-no à ordenação.
Oito dias depois do batismo, foi ele feito bispo a, como se crê, 7 de dezembro de 374. Todo o povo cheio de jubilo, estava encantado, e todos os bispos do Ocidente e do Oriente, não menos, aprovavam o acontecido com efusão. Estava então Ambrósio com trinta e quatro anos.
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