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Orientações Litúrgicas para Semana Santa



ALGUMAS ORIENTAÇÕES PRÁTICAS
PARA A CELEBRAÇÃO DA SEMANA SANTA,
DO TRÍDUO PASCAL E DA OITAVA DE PÁSCOA

estas orientações tiradas dos livros litúrgicos e de outras publicações afins. Não apresento nenhuma novidade. Apenas organizei por tema, dia ou celebração o que já está publicado, e acrescentei as orientações pastorais da CNBB.


Missa de Exéquias
Segundo a Instrução Geral sobre o Missal Romano (n. 380), a Missa de Exéquias pode ser celebrada todos os dias, exceto nas solenidades de preceito, na Quinta-feira da Semana Santa, no Tríduo Pascal e nos domingos de Ramos e de Páscoa.
Durante o Tríduo, os enterros devem ser feitos sem Missas.
II.Cobertura das imagens
Sobretudo onde permanece a antiga tradição, as imagens da igreja podem ser cobertas a partir do sábado da 4ª semana da Quaresma observando os seguintes detalhes: as cruzes permanecem veladas até o fim da celebração da Paixão do Senhor, na Sexta-feira Santa, e as imagens até o início da Vigília Pascal.
III. Domingo de Ramos da Paixão do Senhor
Na Procissão, o sacerdote usa casula ou pluvial de cor vermelha. Na Missa, casula vermelha.
Em todas as Missas deste Domingo se faz a memória da entrada do Senhor em Jerusalém seja pela procissão ou entrada solene na Missa principal, seja pela entrada simples antes das outras Missas (cf. Diretório Litúrgico, p. 80). Portanto, deve haver uma só procissão, na Missa com maior concurso de povo. Neste caso, feita a bênção dos ramos e a procissão ou a entrada solene, ao chegar ao presbitério, o sacerdote omite o sinal da cruz, a saudação e o ato penitencial, diz logo a coleta e segue a Missa como de costume.
Nas outras Missas com considerável concurso de povo pode ser repetida a entrada solene, mas nunca a procissão. Neste caso, deve ser seguido todo o rito desde o sinal da cruz, mas no lugar da procissão faz-se a entrada solene do sacerdote e dos demais ministros, como nas procissões de entrada das demais Missas dominicais.
Nas outras Missas, faz-se a entrada simples, isto é, sem a benção nem a procissão de ramos e celebra-se a Missa como de costume.
Em todas as Missas, durante a leitura da Paixão (Evangelho) não se usa incenso nem velas, não há saudação do povo (O Senhor esteja convosco) nem sinal da cruz sobre o livro e ao final não se beija o livro. Antes da leitura o diácono pede e recebe a bênção.
IV. Missa Vespertina da Ceia do Senhor
Hoje, os instrumentos são tocados até o fim do Glória. Depois, só voltam a tocar no Glória da Vigília Pascal. Pode-se tocar somente o necessário para sustentar o canto.
No final da Missa, omitidos os ritos finais, faz-se a trasladação do Santíssimo Sacramento. Após a meia-noite, a adoração que se segue deve ser feita sem solenidade.
Pode-se dar a comunhão aos enfermos fora da Missa de manhã ou de tarde.
V. Celebração da Paixão do Senhor na Sexta-feira Santa
Quanto à leitura da Paixão, deve ser observado o mesmo que foi dito para o Domingo de Ramos. O altar só deve ser coberto para a comunhão com uma só toalha. Pode-se dar a comunhão aos enfermos fora da Celebração, de manhã ou de tarde.
Vigília Pascal e Oitava de Páscoa
Neste dia não se administra a comunhão aos enfermos, a não ser em forma de viático.
Na Vigília, o círio pascal permanece aceso no centro do presbitério ou junto ao ambão e deve ser aceso durante todas as Missas dos domingos e dias de semana, e nas Laudes e Vésperas, quando cantadas, até o Pentecostes.
Na despedida do povo deve-se acrescentar dois “Aleluia” desde a Vigília até o 2º Domingo de Páscoa, inclusive.

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