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São joão da Cruz [14 de dezembro]

SÃO JOÃO DA CRUZ!
ROGAI POR NÓS


A vida de São João da Cruz  foi marcada pela pobreza. ”Pobreza que primeiro o abraçou e que depois fora por ele abraçado como valor no qual achou um grande tesouro”.
Quando seu pai morreu, São João da Cruz tinha apenas dois anos. Com nove anos foi acolhido numa espécie de orfanato para meninos pobres e ali recebe os primeiros estudos e os meios para sobreviver. Precisou trabalhar desde cedo para ajudar no sustento da família. Teve, portanto, uma infância pobre e difícil, marcado por privações de todo o tipo.

Esta realidade dura da vida poderia ter-lhe enchido de revolta e o levado a sucumbir à ganância de ter o que lhe faltou. Mas ao contrário, para São João da Cruz a pobreza que ele viveu foi à chave para as suas grandes experiências no caminho de Deus. É por ela que conseguimos compreender a noite, a negação, o nada. Ele experimentou concretamente a ausência de tudo o que o coração humano deseja (bens, afetos, consolações) e nesta ausência encontrou Deus, o Tudo, diante do qual todas as coisas são nada.
A experiência da pobreza, por ele vivida à flor da pele, molda profundamente o seu espírito.
Fez-se carmelita logo jovem. Mas descontente com a vivência autêntica do evangelho do Carmelo estava decidido ir para a ordem Cartuxa, que possui uma vivência particularmente radical da vida consagrada. Foi quando conhece Santa Tereza de Jesus, que lhe garante poder viver essa radicalidade almejada noCarmelo mesmo. Para tanto, fala de seus anseios reformadores já em exercícios e o convida a ajudá-la a iniciar a reforma no ramo masculino. Seus anseios e suas buscas coincidiam, havia uma comunhão de desejo e ideal entre eles, dois grandes corações que se identificam, de modo que empreendem juntos a reforma do Carmelo.

Houve um momento onde a reforma carmelita começa a ser perseguida para desacelerar o processo. Os Padres calçados tomam medidas para impedir a expansão e até mesmo conseguir a eliminação dos calçados. Em meio a esses conflitos frei João da Cruz foi o que mais sofreu as consequências sendo preso duas vezes: uma no início de 1576 e outra em dezembro e 1577. Esse último foi o tempo mais doloroso, mais também o mais rico da vida de João da Cruz.

Foi nos nove meses de prisão – num rincão sujo, sem luz nem diálogo, respirando o mesmo ar e vestindo a mesma roupa – que tem a maior experiência do nada que o acompanhou a vida toda e ele nunca hesitou em abraçar. Transformou o momento doloroso de privações de toda espécie num profunda experiência religiosa e psicológica. Em meio a escuridão, o isolamento, o abandono por parte de seus irmãos, a privação da Eucaristia, os maus tratos, ele confirma suas convicções evangélicas para saborear Deus na sua total pureza sem misturá-lo com os consolos terrenos. Privado de tudo, de toda espécie de consolo material, humano ou espiritual ele se une a Deus num amor verdadeiramente puro.

Depois da prisão ele reassume seus cargos no Carmelo até o momento em que, num capítulo da ordem ele teve que se opor aos caminhos que queriam tomar contrários às inspirações de Tereza, já falecida. Em função disso tiram tudo dele e até querem expulsá-lo da ordem; ele é posto de lado, maltratado, desprezado, abandonado, caluniado e passa por mais uma terrível noite. Mas com o seu coração abrandado e unido a Deus, não se deixa abater. No fim de sua vida, já doente, onde poderia escolher um tratamento melhor, prefere ir para um mosteiro cujo o superior o olhava com maus olhos. Oprimido pelas dores físicas e morais era consolado pela sua união de amor com Deus, falecendo em 1591.
São João da Cruz é místico, filósofo, teólogo e escritor – poeta – e doutor da Igreja. São João da Cruz define o amor como trabalhar em despojar-se e desnudar-se por Deus de tudo que não é Deus (2º livro da Subida, 5,7), colocando em relevo a necessidade de purificação do amor, partindo da realidade desordenada em que o amor se encontra e revelando aquilo que toca o homem no seu ordenamento.
“Para vires a saborear TUDO, não queiras ter gosto em NADA…”
Para saborearmos a Deus, o Tudo, é preciso nos desapegar de todos os nossos gostos, de todos os nosso gozos, mesmo os espirituais, para que reste apenas Ele, o Absoluto, o Tudo.

Nossa Senhora de Guadalupe [12 de Dezembro]

Hoje a Igreja Celebra com Muita alegria a Festa de Nossa Senhora de Guadalupe.(Padroeira da América Latina)

Nossa Senhora de Guadalupe! Rogai por Nós.

Sinopse: Conforme a lenda e tradição, no Sábado, 9 de dezembro de 1531, pelas seis horas da manhã, quando o índio Juan Diego se dirigia de sua aldeia para a de Tolpetlac para assistir uma função religiosa na missão franciscana de Tratetolco, ao chegar ao monte Tepeyac, às margens do Texcoco, encontrou-se com uma jovem de uns 15 anos que lhe ordenou ir Ter com o Bispo a fim de pedir-lhe que construí-se um templo no vale próximo.
O índio Juan Diego, cujo nome asteca era Cuauhtlatohayc, nasceu em 1471, perto da cidade do México, na aldeia de Cautitlán, pertencente aos índios Mazehuales. Era então Arcebispo da cidade do México, Dom Juan de Zumárraga, franciscano basco. Era o segundo bispo da Nova espanha. Zumárraga, após a visita do índio, pediu provas acerca do que lhe disse. O índio, por sua vez, pediu as provas à jovem que lhe tinha "aparecido".
No dia 12 de dezembro, após a Quarta "aparição", Juan Diego leva em seu poncho, como prova, rosas frescas de Toledo e isto em pleno inverno mexicano. Na hora que abriu o poncho onde estavam embrulhada as flores, estava a imagem: "A Virgem de Tequatlaxopeuh". A mesma que hoje se venera na Basílica de Guadalupe.


Imaculada Conceição [8 de Dezembro]

Hoje a Igreja Celebra a Festa da Imaculada Conceição de Maria Santíssima





É uma festa que se situa no início do ano litúrgico, Tempo do Advento, iluminando o caminho da Igreja rumo ao Natal do Senhor.Imaculada Conceição é um dos importantes títulos com que é venerada a Virgem Maria.O dogma Imaculada Conceição de Nossa Senhora foi proclamado pelo Papa Pio IX, em 1854, com a bula Ineffabilis Deus, resultado da devoção popular aliada a intervenções papais e infindáveis debates teológicos.Nos anos 700 esta celebração já existia no oriente. Em 1570, Pio V publicou o novo Ofício e em 1708 Clemente XI estendeu a festa, tornando-a obrigatória a toda a cristandade.Em Portugal, o culto foi oficializado por D. João IV, filho de D. Teodósio e D. Ana Velasco, primeiro rei da dinastia de Bragança. Sendo um dos nossos feriados nacionais, de extrema importância para Vila Viçosa, uma vez que é aqui que se encontra Nª. Sr.ª da Conceição.

Foi também em Vila Viçosa que D. João IV, filho dedicado e obediente da Santa Igreja e devotíssimo da Virgem da Conceição, perante a imagem de Nossa Senhora da Conceição ofereceu Portugal à Mãe Imaculada de Jesus, depondo a coroa real aos pés da Rainha do Céu que, doravante, seria também a Rainha de Portugal. A que era somente Padroeira de Vila Viçosa passou a ser Padroeira de Portugal.

Para além da coroação de Nossa Senhora da Conceição, D. João IV reconhecendo a protecção eficaz da Padroeira do Reino pela libertação do domínio francês, criou a ordem militar de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa.

Depois desse grande momento, os reis seus sucessores nunca mais puseram sobre a cabeça a coroa real.

A grande peregrinação anual ao santuário de Vila Viçosa celebra-se a 8 de Dezembro, solenidade da Imaculada Conceição, Padroeira principal de Portugal.


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Santo Ambrósio [07 de dezembro]

Hoje a Igreja Celebra a Festa de Santo Ambrósio Dr da Igreja
(Aclamado Bispo mesmo antes de ser Cristão)


Pequeno relato: Em 374, Auxêncio, bispo ariano de Milão, falecendo, levou os demais bispos da província a reunir-se com o povo da cidade para a eleição dum novo prelado. A massa achava-se dividida: os católicos e os arianos queriam, cada qual, um bispo que pertencesse à crença deles. A sedição fermentava e a cidade via-se ameaçada.
Ambrósio era então governador da província na qualidade de consular de Ligúria e de Emília. Probo, prefeito do pretório, testemunha da eloqüência do Santo, e da capacidade, elevara-o à condição de conselheiro e, depois, à de governador.
Propondo-se apaziguar os ânimos, uma vez que a sedição estava a chegar ao auge, misturou-se ao povo, e pôs-se a parlamentar, segundo as máximas políticas, longamente, em favor da paz e da tranquilidade públicas. E tão bem o fez, que a massa elevando a voz, numa aclamação ruidosa, passou a exigir que fosse ele o bispo.
Diz-se que foi um menino que começou a gritar: "Ambrósio para bispo! Ambrósio para bispo!" Assim, contaminando o povo todo, passaram todos a aclamar o Santo.
O que é certo é que os espíritos todos, como por milagre, uniram-se, e todos, católicos e arianos, concordaram em tê-lo como pastor, embora fosse ainda catecúmeno.
Ambrósio, extremamente surpreso, deixou a igreja, onde então se dava a reunião, procurando fugir, mas em vão. Seguiram-no e não cessavam de aclamá-lo, de solicitá-lo.
— Sou um pecador! gritou-lhes Ambrósio. Estou carregado de pecados! O povaréu respondeu:
— Não importa! Invocamos para nós todos, todos os teus pecados!
Ambrósio correu para fora da cidade, procurando fugir para Pavia. Escondeu-se. E, à noite, rumou para a porta de Milão, que se chamava Porta Romana. Lá, porém, como se o pressentisse, estava o povo atento.
Afinal, conseguiu esconder-se nas terras dum homem chamado Leôncio, e lá se deixou ficar.
Entrementes, enviava-se uma relação do que se passava ao imperador Valentiniano. Rogava-se-lhe consentisse na ordenação do governador, consentimento esse necessário por causa do cargo que Ambrósio então exercia, Valentiniano despachou favoravelmente, dizendo que quem assim reunia os espíritos tão acirradamente divididos não podia ser mais do que um enviado de Deus.
Chegada a resposta do imperador, a alegria, que já era grande, aumentou. É Ambrósio? Onde estaria?
O lugar-tenente do prefeito do pretório foi incumbido de descobri-lo sem tardança. Fez, então, afixar uma esperta ordem, que determinava que todas as pessoas, sem distinção, eram obrigadas a procuiar o fugido, sob penas severas. Ora, Leôncio mesmo, em cujas terras Ambrósio se refugiara, foi quem lhe desvendou o paradeiro.
Assim, levado para Milão, cumpriu o Santo, o que lhe parecia fosse da vontade de Deus.
Como ainda era catecúmeno, pediu para ser batizado por um bispo católico, imensamente temeroso de cair nas mãos dos arianos. Batizado, envidou todos os esforços para retardar a ordenação, uma vez que não desejava violar a regra que interdiz a ordenação de neófitos. Como, porém, a razão que São Paulo dá desta regra é com medo de que o neófito se encha de orgulho, a humildade de Ambrósio e a necessidade premente da Igreja levaram-no à ordenação.
Oito dias depois do batismo, foi ele feito bispo a, como se crê, 7 de dezembro de 374. Todo o povo cheio de jubilo, estava encantado, e todos os bispos do Ocidente e do Oriente, não menos, aprovavam o acontecido com efusão. Estava então Ambrósio com trinta e quatro anos.

São Nicolau [6 de dezembro]



Hoje a Igreja Celebra a Festa de São Nicolau

O santo deste dia é São Nicolau, muito amado pelos cristãos e alvo de inúmeras lendas. Filho de pais ricos com profunda vida de oração, nasceu Nicolau no ano 275 em Pátara, na Ásia Menor. Tornou-se sacerdote da diocese de Mira, onde com amor evangelizou os pagãos, mesmo no clima de perseguição que os cristãos viviam.

São Nicolau é conhecido principalmente para com os pobres, já que ao receber por herança uma grande quantia de dinheiro, livremente partilhou com os necessitados. Certa vez, Nicolau sabendo que três pobres moças não tinham os dotes para o casamento e por isso o próprio pai, na loucura, aconselhou a prostituição, jogou pela janela da casa das moças três bolsas com o dinheiro suficiente para os dotes das jovens. Daí que nos países do Norte da Europa, usando da fantasia, viram em Nicolau o velho de barbas brancas que levava presentes às crianças no mês de dezembro.

Sagrado Bispo de Mira, Nicolau conquistou a todos com sua caridade, zelo, espírito de oração, e carisma de milagres. Historiadores relatam que ao ser preso, por causa da perseguição dos cristãos, Nicolau foi torturado e condenado a morte, mas felizmente se salvou em 313, pois foi publicado o edito de Milão que concedia a liberdade religiosa.

São Nicolau participou do Concilio de Nicéia, onde Jesus foi declarado consubstancial ao Pai. Entrou Nicolau no Céu em 324 ao morrer em Mira com fama de santidade e de instrumento de Deus para que muitos milagres chegasse ao povo.
São Nicolau, Rogai por nós!

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A Felicidade Não Se Compra Leg.[1946]


Nossa Senhora das Graças [27 de novembro]

HOJE A IGREJA CELEBRA A FESTA DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS


SinopseNa noite de 18 para 19 de julho de 1830, em Paris (Rue du Bac), Nossa Senhora apareceu a irmã Catarina Labouré, filha da Caridade de São Vicente de Paulo. Por volta das onze e meia da noite, Catarina, que dormia, foi acordada por um chamado insistente: "Irmã, Irmã, Irmã!"
Olhou para o lado de onde vinha a voz, e viu um menino vestido de branco, a quem reconheceu como seu anjo da guarda. Ele lhe disse:
"Venha à capela, a Santa Virgem te espera".
Conduzida à capela, Catarina espera e reza. Passada uma meia hora, o anjo anunciou de súbito "Eis a Santíssima Virgem".
Ao lado do altar, onde normalmente se lê a epístola, Maria desceu, dobrou o joelho diante do Santíssimo Sacramento e vai sentar-se numa cadeira no coro dos sacerdotes.
Num abrir e fechar de olhos a vidente se atirou aos seus pés, apoiando suas mãos sobre os joelhos maternais de Nossa Senhora. Foi esse o momento mais belo de sua vida. Durante duas horas Maria falou com Catarina duma missão que Deus queria confiá-la e também das dificuldades que iria encontrar na realização da mesma.
Depois Maria desapareceu, e o anjo a reconduz ao dormitório.
Em 27 de novembro de 1830, ela aparece novamente e encarrega Catarina de mandar cunhar uma medalha e depois difundi-la. Nessa aparição, Nossa Senhora apresentou-se vestida de seda branca como a aurora. Suas mãos erguidas à altura do peito, seguravam um globo dourado, encimado por uma cruz. Tinha os olhos elevados ao céu, e seu rosto iluminava -se enquanto oferecia o globo ao Senhor. Em seguida as mãos da Virgem pareceram carregar-se de anéis preciosos. Os raios que partiam de suas mãos alargavam-se à medida que desciam, a ponto de não deixarem ver os pés de Nossa Senhora.
Enquanto contemplava Maria, Catarina ouviu interiormente:
Ao lado do altar, onde normalmente se lê a epístola, Maria desceu, dobrou o joelho diante do Santíssimo Sacramento e vai sentar-se numa cadeira no coro dos sacerdotes.
"Este globo que vês representa o mundo inteiro e especialmente a França, e cada pessoa em particular. Os raios são o símbolo das Graças que derramo sobre as pessoas que me pedem".
Enquanto Maria estava rodeada duma luz brilhante, o globo desaparece de suas mãos. Forma-se então um quadro de forma oval em que havia em letras de ouro as seguintes palavras:
"Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós"
Então Nossa Senhora revelou:
"Faze cunhar uma medalha conforme este modelo. As pessoas que a trouxerem ao pescoço receberão grandes graças. As graças serão abundantes para os que a trouxerem com inteira confiança".
No mesmo instante, a imagem luminosa transformou-se. As mãos carregadas de anéis, que seguravam o globo, abaixaram-se, abrindo e despejando raios, sobre o globo agora abaixo dos pés da Virgem, esmagando a serpente infernal.
Depois o quadro voltou-se, mostrando no reverso um conjunto de emblemas, no centro um grande M, o monograma de Maria, encimado por uma cruz sobre uma barra, e embaixo dois corações: o da esquerda cercado de espinhos, o da direita transpassado por uma espada. Eram os Sagrados Corações de Jesus e Maria. Cercando esse conjunto, uma constelação de 12 estrelas, em forma oval.
Finalmente, em 1832 seria cunhada a medalha de acordo com as instruções da Virgem Maria.

Prodígios e propagação da Medalha Milagrosa

Quando iam ser cunhadas as primeiras medalhas, uma terrível epidemia de cólera, proveniente da Europa oriental, atingia Paris.
O flagelo se manifestou a 26 de março de 1832 e se estendeu até meados do ano. A 1º de abril, faleceram 79 pessoas; no dia 2, 168; no dia seguinte, 216, e assim foram aumentando os óbitos, até atingirem 861 no dia 9. No total, faleceram 18.400 pessoas, oficialmente; na realidade, esse número foi maior, dado que as estatísticas oficiais e a imprensa diminuíram os números para evitar a intensificação do pânico popular.
No dia 30 de junho, foram entregues as primeiras 1500 medalhas que haviam sido encomendadas à Casa Vachette, e as religiosas Filhas da­ Caridade começaram a distribuí-las entre os flagelados. Na mesma hora refluiu a peste e começaram, em série, os prodígios de conversão, proteção e cura, que em poucos anos tornaram a Medalha Milagrosa mundialmente conhecida.
Perante os fatos, o Arcebispo de Paris, Monsenhor de Quélen, ordenou um inquérito oficial sobre a origem e os efeitos da Medalha da Rue du Bac. Deste concluiu-se que
"A rápida propagação, o grande número de medalhas cunhadas e distribuidas, os admiráveis benefícios e as graças singulares obtidas, parecem sinais do Céu, que confirmam a realidade das aparições, a veracidade das narrativas da vidente e a difusão da medalha."
A Medalha Milagrosa continua sendo distribuída aos milhares. Maximiliano Kolbe, fundador da Milícia da Imaculada, morto num campo de extermínio nazista, foi um grande propagador da Medalha Milagrosa.
A medalha é um sinal de que seu portador pertence à Virgem Maria. Por isso, Maria tem por ele um carinho de Mãe, todo especial.


Simbolismo da Medalha Milagrosa 



A serpente: Maria aparece esmagando a cabeça da serpente. A mulher que esmaga a cabeça da serpente, que é o demônio, já estava predita na Bíblia, no livro do Gênesis: "Porei inimizade entre ti e a mulher... Ela te esmagará a cabeça e tu procurarás, em vão, morder-lhe o calcanhar". Deus declara iniciada a luta entre o bem e o mal. Essa luta é vencida por Jesus Cristo, o "novo Adão", juntamente com Maria, a co-redentoda, a "nova Eva". É em Maria que se cumpre essa sentença de Deus: a mulher finalmente esmaga a cabeça da serpente, para que não mais a morte pudesse escravizar os homens.
Os raios: Simbolizam as graças que Nossa Senhora derrama sobre os seus devotos. A Santa Igreja, por isso, a chama Tezoureira de Deus.
As 12 estrelas: Simbolizam as 12 tribos de Israel. Maria Santíssima também é saudada como "Estrela do Mar" na oração Ave, Maris Stella.
O coração cercado de espinhos: É o Sagrado Coração de Jesus. Foi Maria quem o formou em seu ventre. Nosso Senhor prometeu a Santa Margarida Maria Alacoque a graça da vida eterna aos devotos do seu Sagrado Coração, que simboliza o seu infinito e ilimitado Amor.
O coração transpassado por uma espada: É o Imaculado Coração de Maria, inseparável ao de Jesus: mesmo nas horas difíceis de Sua Paixão e Morte na Cruz, Ela estava lá, compartilhando da Sua dor, sendo a nossa co-redentora.
O M: Significa Maria. Esse M sustenta o travessão e a Cruz, que representam o calvário. Essa simbologia indica a íntima ligação de Maria e Jesus na história da salvação.
O travessão e a Cruz: Simbolizam o calvário. Para a doutrina católica, a Santa Missa é a repetição do sacrifício do Calvário, portanto, ressaltam a importância do Sacrifício Eucarístico na vida do cristão.


Milagres da Medalha Milagrosa
Milagres, obtenção de Graças, protecção e prodígios extraordinários se operam por meio da Medalha Milagrosa. Nos anos seguintes à Aparição, a partir de 1832 ocorreram terríveis epidemias de cólera em França, onde só em Paris provocou 20.000 mortos, e milhares de pessoas foram curadas pelo uso da Medalha Milagrosa. Existem dezenas de livros dedicados unicamente a enumerar milhares de Milagres operados através da Medalha Milagrosa. É célebre a conversão do judeu Afonso Ratisbone, acontecida depois da visão que ele teve na Igreja de Santo André em que a Santíssima Virgem lhe apareceu, como representa a Medalha Milagrosa.


Esta Medalha, disse Pio XII, foi instrumento de tão numerosos favores, tantas curas, proteções e conversões, que a voz do povo a chamou de Medalha Milagrosa.
A Medalha Milagrosa é dádiva celeste. Usá-la, é colocar-se sob a proteção de Maria, na vida e na morte.

PRÁTICA
Quem usar a Medalha com confiança e devoção. Beijá-la respeitosamente de manhã e à noite, dizendo: 

"Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós”.

Receberá inúmeras Graças e em especial a Graça da Salvação eterna.

Catarina Labouré

Alcançou a graça que pediu ao seu fundador: Tudo começou quando a mesma recebeu uma relíquia do fundador de sua congregação São Vicente de Paulo. Um pedacinho minúsculo de sua túnica e para não perder essa grande relíquia resolveu engolir e pedindo assim uma a graça a São Vicente que ele intercedesse junta a Deus  para ver a Virgem Santíssima e assim aconteceu. Ela viu a Virgem Maria "em carne e osso" e teve o privilégio de se ajoelhar a Seus pés e descansar no Seu regaço, favor que não foi concedido a nenhum outro vidente - nasceu durante o repicar dos sinos do Angelus, no dia 2 de Maio de 1806. A mãe morreu-lhe quando tinha só nove anos de idade. Viram-na então a abraçar a estátua da Mãe de Deus, dizendo:
 "Agora Vós sereis a minha Mãe!" e alimentava um desejo ardente de ver Nossa Senhora. Era esse o pedido constante nas suas orações, e ela confiava serenamente que se realizaria.

São Vicente de Paulo visitou-a num sonho aos dezoito anos, e foi aceite na sua comunidade em 22 Janeiro de 1830, com a idade de vinte e três anos. Santa Catarina considerou as aparições de um modo adequado: não como um favor pessoal (embora em certo sentido o tenham sido), mas como uma bênção geral para a humanidade. Considerou-se apenas como "um instrumento" e pediu ao seu confessor que lhe prometesse que guardaria sigilo da sua identidade, segredo que foi guardado durante 46 anos, mesmo das próprias religiosas da sua comunidade.

Catarina foi canonizada em 1947, e por ordem do Arcebispo, seu corpo foi exumado. Verificou-se então que seu corpo estava perfeitamente conservado, e até os olhos ficaram intactos. Depositaram-no em um caixão de cristal, que pode ser visto na imagem abaixo.


Santa Catarina também tinha o dom da profecia, e uma das suas profecias, ainda não realizada, refere-se ao grande triunfo de Nossa Senhora:

"Oh que maravilha será ouvir 'Maria é a Rainha do universo.' Será um tempo de paz, gozo e bençãos que durará por um tempo bastante longo".


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Festa de Cristo Rei do Universo

Último dia do ano Litúrgico


A festa de Cristo Rei foi instituida pelo papa Pio XI em 192r é celebrada no último domingo de outubro. Agora, na reforma litúrgica passou ao último domingo do ano litúrgico como ponto de chegada de todo o mistério celebrado, para dar a entender que Ele é o fim para o qual se dirigem todas as coisas. A criação desta festa tinha uma conotação política de grandiosidade. Quem, dos mais antigos, não foi da Cruzada Eucarística? Roupinha branca, fita amarela com cruz e dois traços azuis para os melhores. Qual era o comprimento? - Viva Cristo! – Rei! Este amor a Cristo Rei sustentou os cristãos na perseguição do México. Quantos mártires não entregaram a vida proclamando: Viva Cristo Rei! Quem sabe nos falte uma definição maior para o Reino de Cristo.

Rei da Verdade.

Mesmo que seja um reino, o é diferente dos reinos e governos do mundo. Jesus se proclama rei diante de Pilatos: “Tu és Rei?” Pergunta Pilatos diante no tribunal. “Tu o dizes, eu sou rei. Para isso nasci e vim ao mundo, para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta minha voz” (Jo 18,37). Jesus é rei da verdade. Pilatos pergunta-lhe: “O que é a verdade?” Mas não espera a resposta. (É comum em nossa vida perguntar as coisas para Deus e não querer saber a resposta). O que é esta verdade que é a identificação com Ele próprio? “Eu sou a Verdade e a vida” (Jo 14,6). Ser verdade para Jesus é ser Ele próprio o testemunho da vontade do Pai: Estabelecer no mundo o domínio da misericórdia amorosa da qual o Pai é a fonte. “Graças a esta vontade é que somos salvos” (Hb 10.10). Durante sua vida procura unicamente fazer a vontade do Pai: “E a vontade do que me enviou é esta: Que eu não perca nenhum de todos aqueles que me deu, mas que eu o ressuscite no último dia” (Jo.6,39).

Um reino de sacerdotes.

Todo povo de Deus tem, como Cristo esta realeza. Esta é o domínio do amor que transforma o mundo. O amor é a primeira fonte da união com Deus. Ele faz de nossos gestos de serviço aos outros, da transformação das estruturas de escravidão em liberdade, um sacerdócio do povo de Deus e de cada um que santifica o universo. Ser cristão é já construir o reino de Cristo no mundo. A modalidade de construir este reino é o serviço fraterno, humilde como Cristo fez na sua morte que o glorificou. Unindo nossa vontade à sua e a vontade do Pai, podemos crer em verdade que Ele é Rei e Senhor.

Leituras: Daniel 7,13-14; Apocalipse 1,5-8; João 18,33-37

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